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Passo a Passo para arrematar imóveis em leilão – Introdução

Rodrigo Costamilan Advogado e sócio do escritório Costamilan Advogados Associados irá trazer um conteúdo diferenciado, detalhando como arrematar imóveis para obter lucro.

Serão diversos artigos os quais cada um deles irá trazer dicas, soluções, alertas e perigos desse universo.

O primeiro ponto é entender que existem duas modalidades de leilão, Judiciais e Extrajudiciais.

Os leilões judiciais estão vinculados a um processo, podem ser tanto na esfera cível como na trabalhista, basicamente os da esfera cível são processos envolvendo o imóvel, no qual em sua maioria foi parar em um leilão por falta de pagamento das taxas condominiais, ou pelo IPTU. Os leilões judiciais trabalhistas envolvem processos entre Reclamantes e Reclamados, os quais em sua maioria o Reclamado não pagou as verbas trabalhistas, foi condenado e não efetuou o pagamento, nesse caso o imóvel vai parar no leilão para garantir que tais verbas sejam pagas, o imóvel é penhorado e levado a leilão.

Os leilões extrajudiciais são aqueles provenientes de bancos, ou seja, os bancos retomam a propriedade dos imóveis financiados, pois os fiduciantes, ou seja aquele sujeito que financiou o imóvel, deixou de efetuar o pagamento das parcelas, e com isso o banco não precisa sequer de processo para retomar a propriedade, basta notificar o devedor para que purgue a mora, e não sendo cumprido tal requisito ocorre a consolidação da propriedade em favor do banco. O banco então direciona os imóveis para um leilão por meio de um leiloeiro publico. Os descontos costumam ser vantajosos e atrativos.


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